É assim que o milagre de Lanciano, desafiando a ação do tempo e toda a lógica da ciência humana, se apresenta aos nossos olhos como a prova mais viva e palpável de que o "Comei e bebei todos vós, isto é o meu Corpo que é dado por vós", mais do que uma simples simbologia, como possa parecer, é o sinal de que no Sacramento de Comunhão está o alimento de nosso espírito, de nossa fé, da nossa esperança nas Promessas de Cristo, para a nossa salvação: "Aquele que come a minha Carne e bebe o meu Sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia ". (Jo 6,54)
=> O sangue é verdadeiro sangue.
=> A carne é do tecido muscular do coração (miocárdio, endocárdio e nervo vago).
=> A Carne e o Sangue são do mesmo tipo sanguíneo (AB) encontrado no Santo Sudário de Turim.
=> Espanta: trata-se de carne sangue de uma Pessoa Viva, vivendo atualmente, pois que esse sangue é o mesmo que tivesse sido retirado, naquele mesmo dia, de um ser vivo.
=> No sangue foram encontrados, além das proteínas normais, os seguintes minerais: cloretos, fósforo, magnésio, potássio, sódio e cálcio.
=> A conservação da Carne e do Sangue, deixados em estado natural por doze séculos e expostos à ação de agentes atmosféricos e biológicos, permanece um fenômeno extraordinário.
Foi em novembro de 1970 que os Frades Menores Conventuais, sob cuja guarda se mantém a Igreja do Milagre (desde 1252, chamada de São Francisco), decidiram, devidamente autorizados, confiar a dois médicos, de renome profissional e idoneidade moral, a análise científica das relíquias. Para tanto, convidaram o Dr. Odoardo Linoli, Chefe de Serviço dos Hospitais Reunidos de Arezzo e livre docente de Anatomia e Histologia Patológica e de Química e Microscopia Clínica, para, assessorado pelo Prof. Ruggero Bertelli, Prof. Emérito de Anatomia Humana Normal na Universidade de Siena, proceder aos exames.
Após alguns meses de trabalho, exatamente a 4 de março de 1971, os pesquisadores publicaram um relatório contendo o resultado das análises. (ver acima)
FONTE: livro MINHA FÉ ME SALVOU, de Antônio Henrique Humberto, paginas 26 e 27.